A região norte do Brasil é a região com a maior extensão territorial do Brasil, sendo Manaus e Belém as mais populosas, sendo sua população extremamente miscigenada, devido a mistura de negros, índios e portugueses, além dos nordestinos.
Em se tratando do clima, ele é conhecido como o mais úmido do país.
A economia do norte se baseia, principalmente, no extrativismo vegetal de produtos como madeira, látex, açaí e castanha.
A atividade de mineração também se destaca na região, além da extração de ferro, cobre e ouro.
Crescendo economicamente e tendo muitas riquezas naturais, a região norte tem pontos fortes de turismo, atraindo pessoas do Brasil e do mundo. Especialmente o turismo ecológico ( em que se exploram as riquezas naturais de um local sem prejudicá-la) é bastante feito, principalmente na Amazônia.
Também a parte industrial é procurada, tendo a “Zona Franca de Manaus” como referência. Manaus é um estado com muitas riquezas naturais e uma
delas é a nossa floresta amazônica, que está sofrendo grandes devastações.
É preciso e necessário, trabalhar com essa questão em sala de aula, pois a região norte, faz parte do Brasil. É eficaz desenvolver, em sala de aula, questões de preservação ambiental desde a infância, para quem sabe diminuir o impacto causado pelo desmatamento, sendo uma questão de conscientização, pois não podemos mudar o pensar do ser humano formado, vamos dizer assim, mas é preciso trabalhar na infância que tem o poder de mudança.
A região norte é rica em aspectos culturais. A presença indígena ainda é muito
forte e isso faz com a região cultive várias lendas e festas de origem indígena.
Também carrega alguns elementos de outros estados, já que no passado houve uma grande migração de gaúchos, paulistas e até europeus e africanos. Sendo assim, são várias as manifestações culturais presentes nessa parte do Brasil. Talvez uma das maiores e mais conhecidas seja o Festival de Parintins, realizado todos os anos, no último final de semana de junho, na cidade de Parintins, Amazonas.
A região norte é rica em aspectos culturais. A presença indígena ainda é muito
forte e isso faz com a região cultive várias lendas e festas de origem indígena.
Também carrega alguns elementos de outros estados, já que no passado houve uma grande migração de gaúchos, paulistas e até europeus e africanos. Sendo assim, são várias as manifestações culturais presentes nessa parte do Brasil. Talvez uma das maiores e mais conhecidas seja o Festival de Parintins, realizado todos os anos, no último final de semana de junho, na cidade de Parintins, Amazonas.
Boi Caprichoso e Boi Garantido
Mas a cultura dessa região não se limita somente a esse festival: ela é rica em folclores e celebrações culturais.
Os índios contribuem com seu artesanato, muito rico e variado, e suas lendas, que forma grande parte do folclore do norte brasileiro. Outra grande contribuição do povo indígena foi a culinária presente no norte: carne seca, modos diferentes de preparar peixes, uso de mandioca, pimenta e outros.
Os imigrantes nordestinos, junto aos imigrantes europeus, levaram a cultura do catolicismo para a região. Prova disso são algumas manifestações tipicamente católicas e que são muito populares nessa parte do Brasil, como: a Folia dos Três Reis Magos ou a encenação da “Paixão de Cristo” em Jerusalém-AM, segunda maior cidade cenográfica do mundo. Há também a Festa do Divino, presente principalmente em Rondônia, com muitos participantes. No quesito culinária, os nordestinos levaram algumas
receitas típicas do nordeste para essa região como: tapioca, canjica, farofas e outros.
Há também a herança dos imigrantes africanos na formação cultural da região norte. Uma das mais marcantes é prática da “congada”, que é uma festa encanando a coroação de um rei e uma rainha eleita pelos escravos. Também há lendas de origem africana que acabaram se misturando as da região.
Lendas são o que não faltam no folclore dessa região: desde mitos famosos como A lenda da mandioca; a lenda do Uirapuru; Iara; Vitória-régia
e Boto-cor-de-rosa.
A culinária desta região tem influência indígena e se divide em frutos do mar e frutos da terra. Podemos encontrar um clima quente e úmido.
Pratos e bebidas típicos
Roraima - Neste estado você encontra opções variadas. Não possui uma comida tipicamente regional. Podemos encontrar os seguintes pratos: carne de sol, paçoca com banana, feita com a mistura de farinha, banana e carne de sol, tapioca feita de goma de macaxeira, guisado de galinha, caldeirada, etc. Entre as frutas podemos destacar: cupuaçu, graviola, buriti e açaí.
Amazonas - A culinária amazonense é uma das mais exóticas do país. Tem forte influência indígena. O peixe é a base da alimentação e os pratos são temperados com pimenta, herança dos índios que não conheciam o sal. Neste local temos à nossa disposição peixes de água doce e deliciosos pratos como, pato no tucupi, tacacá, tambaqui na brasa, pamonha, doce de buriti, pudim de cupuaçu, etc.
Acre - No acre temos uma mistura da cozinha nordestina, paraense, síria e libanesa. Os seguintes pratos são apreciados: carne de sol, baião de dois, cuscuz de milho, pamonha, tapioca, quibe cru e frito, tabule, esfihas, macaxeira cozida e doces como cocadas, bananadas, açaí, graviola, buriti, cajá e outras frutas típicas.
Rondônia - Assim como nos demais estados, em Rondônia a culinária é a base de peixe, também com influência indígena. Possui pratos variados, de outros estados, como caruru, caldeirada de tucunaré, pato no tucupi, tacacá, munguzá e doces de buriti.
Pará - Na culinária paraense há predomínio de influências indígenas e grande utilização de produtos oriundos da floresta amazônica. A base da cozinha do Pará é a mandioca, utilizada no preparo de beijus, pirões e mingaus. Encontramos em diversas preparações também a castanha-do-Pará. Outras preparações como pato no tucupi, maniçoba, jambu e tacacá também são bastante consumidos.
Amapá - Neste local podemos destacar pratos como o tucunaré recheado, maniçoba, pescada da gurijuba, camarão ao bafo, etc. Na sobremesa são consumidas as frutas típicas: bacuri, mucajá, murici, pequiá e outras.
Tocantins - Tem predomínio da cozinha indígena, portuguesa, paulista e mineira. Encontramos neste estado, arroz com pequi, feijão tropeiro, galinhada, peixe na telha e outras preparações.
Os índios contribuem com seu artesanato, muito rico e variado, e suas lendas, que forma grande parte do folclore do norte brasileiro. Outra grande contribuição do povo indígena foi a culinária presente no norte: carne seca, modos diferentes de preparar peixes, uso de mandioca, pimenta e outros.
Os imigrantes nordestinos, junto aos imigrantes europeus, levaram a cultura do catolicismo para a região. Prova disso são algumas manifestações tipicamente católicas e que são muito populares nessa parte do Brasil, como: a Folia dos Três Reis Magos ou a encenação da “Paixão de Cristo” em Jerusalém-AM, segunda maior cidade cenográfica do mundo. Há também a Festa do Divino, presente principalmente em Rondônia, com muitos participantes. No quesito culinária, os nordestinos levaram algumas
receitas típicas do nordeste para essa região como: tapioca, canjica, farofas e outros.
Há também a herança dos imigrantes africanos na formação cultural da região norte. Uma das mais marcantes é prática da “congada”, que é uma festa encanando a coroação de um rei e uma rainha eleita pelos escravos. Também há lendas de origem africana que acabaram se misturando as da região.
Lendas são o que não faltam no folclore dessa região: desde mitos famosos como A lenda da mandioca; a lenda do Uirapuru; Iara; Vitória-régia
e Boto-cor-de-rosa.
A culinária desta região tem influência indígena e se divide em frutos do mar e frutos da terra. Podemos encontrar um clima quente e úmido.
Pratos e bebidas típicos
Roraima - Neste estado você encontra opções variadas. Não possui uma comida tipicamente regional. Podemos encontrar os seguintes pratos: carne de sol, paçoca com banana, feita com a mistura de farinha, banana e carne de sol, tapioca feita de goma de macaxeira, guisado de galinha, caldeirada, etc. Entre as frutas podemos destacar: cupuaçu, graviola, buriti e açaí.
Amazonas - A culinária amazonense é uma das mais exóticas do país. Tem forte influência indígena. O peixe é a base da alimentação e os pratos são temperados com pimenta, herança dos índios que não conheciam o sal. Neste local temos à nossa disposição peixes de água doce e deliciosos pratos como, pato no tucupi, tacacá, tambaqui na brasa, pamonha, doce de buriti, pudim de cupuaçu, etc.
Acre - No acre temos uma mistura da cozinha nordestina, paraense, síria e libanesa. Os seguintes pratos são apreciados: carne de sol, baião de dois, cuscuz de milho, pamonha, tapioca, quibe cru e frito, tabule, esfihas, macaxeira cozida e doces como cocadas, bananadas, açaí, graviola, buriti, cajá e outras frutas típicas.
Rondônia - Assim como nos demais estados, em Rondônia a culinária é a base de peixe, também com influência indígena. Possui pratos variados, de outros estados, como caruru, caldeirada de tucunaré, pato no tucupi, tacacá, munguzá e doces de buriti.
Pará - Na culinária paraense há predomínio de influências indígenas e grande utilização de produtos oriundos da floresta amazônica. A base da cozinha do Pará é a mandioca, utilizada no preparo de beijus, pirões e mingaus. Encontramos em diversas preparações também a castanha-do-Pará. Outras preparações como pato no tucupi, maniçoba, jambu e tacacá também são bastante consumidos.
Amapá - Neste local podemos destacar pratos como o tucunaré recheado, maniçoba, pescada da gurijuba, camarão ao bafo, etc. Na sobremesa são consumidas as frutas típicas: bacuri, mucajá, murici, pequiá e outras.
Tocantins - Tem predomínio da cozinha indígena, portuguesa, paulista e mineira. Encontramos neste estado, arroz com pequi, feijão tropeiro, galinhada, peixe na telha e outras preparações.
Para finalizar, a educação é um dos pontos de maior discussão, pois sabemos que há um progresso em relação ao tema,
mas é uma região que foi urbanizanada por último no país e isto gerou sérias conseqüências. Muitas escolas ainda não possuem estrutura física e os professores não possuem habilitação qualificada para tal.
A evasão é freqüente pois muitos tem que ir de barco para a escola, porque tem muitas comunidades ribeirinhas, dificultando o acesso ao ensino escolar e muitos desistem, pois torna-se muito cansativo.
mas é uma região que foi urbanizanada por último no país e isto gerou sérias conseqüências. Muitas escolas ainda não possuem estrutura física e os professores não possuem habilitação qualificada para tal.
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